sexta-feira, 29 de abril de 2011

A espírito de Jezabel

No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel, aquela mulher que se diz profetisa. Apocalipse 2:20.

Uma famosa empresa de produtos de limpeza lançou uma campanha publicitária que tem ganhado a mídia brasileira com um slogan que descreve bem o espírito de Jezabel:  a mulher assumiu o comando!
O espírito de Jezabel não é uma entidade que pode ser nomeada e expulsa como se fosse um espírito maligno ou um demônio - o que facilitaria muito se assim fosse possível – esse espírito na verdade é um conglomerado de situações, culturas, atitudes e até mesmo doutrinas que vêm atuando de forma que os princípios de Deus para a sociedade como um todo seja esquecido e assim desobedecido sem que a mente cauterizada pelo pecado se sinta acusada.

Jezabel:
Jezabel (também Jezebel) foi uma princesa fenícia casada com o rei Acabe de Israel.
Jezabel era filha do rei dos Sidónios Etbaal, tendo o seu casamento com Acabe sido o resultado de uma aliança que tinha como objetivo fortalecer as relações entre Israel e a Fenícia. Jezabel continuou a adorar os deuses fenícios, mas não se limitou a isso, pois combateu o Deus de Israel. Mulher determinada, insubmissa e independente, Jezabel não olhava a meios para conquistar os seus objetivos. Por causa desta rainha o nome "Jezabel" encontra-se associado na cultura popular a uma mulher sedutora sem escrúpulos.

O Princípio:

O homem foi criado primeiro. A Bíblia é muito explicita nisso, Deus criou o homem e depois por causa do homem criou a mulher. No entanto a mulher foi criada em condições de igualdade ao homem, porém com papéis diferentes. Deus ao cair da tarde ia ao jardim conversar com sua criação, mas sempre procurava Adão, nunca Eva. Com o desenrolar da história, Ele sempre se manteve fiel e sempre procurou falar ao homem, as instruções para construção do tabernáculo nas quais sua glória se manifestaria, provia apenas lugar para os homens. Na encarnação do Messias, o anjo apareceu a Maria para anunciar que ela seria mãe do salvador, mas após seu casamento, Deus apenas se dirigiu a José. Jesus, apesar da proximidade de seu ministério para com as mulheres, escolheu a dedo doze homens para serem seus discípulos.
Uma constatação:
A proporção de domicílios chefiados por mulheres passou dos 18,1% apurados em 1991 para 24,9% em 2000, um aumento de 37,5%. Incluem-se aí o universo das mulheres sozinhas, jovens ou não, divorciadas, viúvas ou solteiras, sem filhos, um contingente que cresce bastante. Observa-se que grande parte das mulheres torna-se chefe de família mais por contingência do que por opção. São mulheres abandonadas por seus maridos, viúvas e que migram do interior para as grandes cidades em à procura de um emprego, de uma profissão. A mulher evidenciada na década de 50, como dona de casa exemplar, cuja única função fosse a dedicação ao marido e filhos, já não existe mais.  No seio das famílias as mulheres têm hoje muito mais poder de decisão do que no passado. Mais informadas, instruídas do que no passado, a maioria empregada, sua participação na renda familiar parece dar maior poder de influência à sua voz na esfera doméstica.
Na igreja por serem mais ensináveis, por terem mais sensibilidade ao sofrimento, por buscarem mais, em todas as reuniões temos sempre uma maioria de mulheres e a quase ausência masculina. Essa maioria tem se refletido nos ministérios onde o destaque feminino é notório e abundante.

Os homens:

Na contramão vemos os homens em declínio, sendo alijados das posições em que antes estavam se tornando obsoletos, incapazes e em alguns casos mais atrapalhando do que contribuindo. Quase não há mais homens com coragem para assumir compromissos, para liderarem, para desempenhar o papel para o qual foi criado.

O cenário atual:

Com os homens sendo omissos, covardes, irresponsáveis e infantis, as mulheres estão sendo conduzidas à liderança em todas as áreas da sociedade.
O espírito de Jezabel é a soma de todos esses fatores que atuam na sociedade atual. Homens caricatos, fracos, omissos e infantis sendo substituídos por mulheres. Porém diferente de um gato ou um cachorro, o homem não é tão fácil de domesticar e quando  sua natureza vem a tona, vemos os casos de violência doméstica, abandono e traições como respostas de um ser que não consegue mais se impor por não mais condições morais nem autoridade para retomar seu lugar.
O espírito de Jezabel é alimentado por homens que se negam a ser homem! Com isso a família vive em crise a ponto de certos setores da sociedade criticar sua formação básica. De certo a família tem se tornado o berço onde nascem os maiores conflitos e traumas do indivíduo, ao invés de ser o porto seguro necessário ao desenvolvimento do caráter e do crescimento sadio de seus integrantes. Jezabel se alimenta do vácuo deixado pelo homem, se alimenta de sua covardia, de seu egoísmo no qual a sua satisfação é preferível ao bem estar dos seus. Por isso oração não elimina esse espírito e sim atitudes. Porém não adianta o homem acordar um dia e dizer vou retomar o meu trono e me assentar onde é meu por direito! Já há uma mulher ocupando esse lugar. Para retomá-lo, primeiro você terá que se mostrar digno, de confiança e isso não acontece num clique de mouse. É necessário que o homem vá recuperando seu espaço centímetro por centímetro. Essa recuperação passa obrigatoriamente pela transformação do caráter tornando-o edificado em Cristo e a partir daí segue para as diversas áreas da vida. Por simples decreto ou por violência o homem não conseguirá retomar sua posição.


Fiquem na Paz!
Esta postagem foi extraída do blog  http://serhomembasta.blogspot.com


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